30 de janeiro de 2015

Já passaste, Janeiro?

Janeiro foi incrivelmente supersónico, surreal e cansativo! Sim, andei mesmo de rastos. Dormi muito pouco, ganhei olheiras que vão demorar meses a desaparecer e bebi demasiado café. Escrevi sobre arte, cultura e educação até não puder mais. Já recebi as notas e estou feliz, valeu tudo. E hoje dou tanto valor a puder estar aqui, finalmente a escrever, uff. No meio de tudo, consegui ir ao Workshop de Papas de Aveia da Catarina Beato que tanto queria, e fiquei fã! Já ando em experiências, e adoro! Sou cada vez mais interessada por este mundo da alimentação, somos cada vez mais o que comemos, e eu senti isso nesta fase. Tive sempre forças para resistir a tudo (acho eu)! Deixo-vos o vídeo mais bonito de sempre, feito de sonhos e amor. Que venha agora o mês mais lindo, com pausas, silêncios e algum tempo para não fazer nada :)

20 de dezembro de 2014

Montanha Russa

É capaz de ser o Dezembro em que mais corri na vida. Não no sentido literal (antes fosse), mas no de não parar um segundo para respirar. Eu já imaginava que seria difícil conciliar trabalho/escola, mas depois é tudo o resto que me submerge, todos os dias. Por outro lado, a minha vida tem mais horas, tem mais imagens, mais sons e mais pessoas. E por isso, tem mais estrada, mais manhãs e mais noites. Tem mais luzes de natal, mais canções e mais alegria. Tem mais cansaço, mais olheiras e mais rabugices. Tem mais palavras, mais olás e mais adeus. Tem mais chocolates, mais cafés e mais batatas-fritas. Tem mais sei lás, mais tá bens e mais ok's! Tem menos dormir, menos filmes e menos tv. Mais sonhos. A minha vida está mais cheia, mas parece uma montanha russa. Hoje é sábado, e eu sentei-me no sofá com aquela sensação que não podia estar ali sentada! Havia certamente alguma coisa para fazer que me estava a escapar. E havia mesmo... os mil trabalhos para entregar até ao fim do ano. Mas não foi isso que me impediu de usufruir dos melhor cinco minutos de sofá de sempre, ahh! Dou mais valor a tudo, todos os dias e sinto-me grata por isso. Vou acender a lareira e começar mais um artigo. P.S.: Consegui meter flocos de neve no blog, iupi! ★

14 de novembro de 2014

Meia hora depois!

O Tiago é o meu melhor amigo. O meu confidente, o meu porto seguro. Aquela pessoa que está sempre lá, mesmo só aparecendo de vez em quando. Aquela pessoa que sabe sempre o que sinto, mesmo que eu disfarce bem. Aquela pessoa que me dá na cabeça forte e feio e me faz ver o lado melhor das coisas. Aquela pessoa que quer que eu seja a melhor, mesmo que pareça impossível. Mas mesmo assim, eu ainda não consegui ser aquela amiga espetacular, única e maravilhosa que lhe dá os parabéns no dia em que ele faz anos! Oh meu Deus, logo eu, que adoro aniversários!!! Mas o Tiago sabe, que no fundo do coração, eu sou só uma grande despistada, e que gosto dele um livro inteiro, um mundo inteiro, uma amizade inteira. Ti, para o ano, vou ser a melhor :) És o meu orgulho, sabes? Rebenta com o Harrison, segue pra Tailândia feliz, depois, temos o tempo inteiro só para nós. PARABÉNS, meia hora depois :)


Para ti, meu ganda maluco!

10 de novembro de 2014

RIR para a vida!


E se sorri! Foi o melhor sábado dos últimos tempos, de verdade. Aquele dia em que temos a certeza que o sorrir é meio caminho andado para tudo. O que nos atormenta afinal? Acordamos às sete e deitamo-nos às duas? Andamos cansados e saturados? Temos um ordenado baixo para tantas despesas? Muitos trabalhos para fazer e prazos para cumprir? Vida desorganizada? Se a nossa atitude for positiva, se formos verdadeiramente apaixonados pela nossa vida, nada disto são problemas pelo contrário, são motivos para andar feliz. Ri, a vida é tão curta, tão bela, tão única. Ri, o riso contagia. Contagia o mundo. Cada vez mais acredito nesta atitude e a coloco em prática. Nunca tive tanto trabalho junto, tantas preocupações, tantas atividades. Mas também nunca me senti tão feliz e tão capaz. Que bom ser parte activa da nossa sociedade, que bom estar a trabalhar com o que gosto, que bom estudar todos os dias, que bom ter todas estas oportunidades. Que bom ter amigos, valoriza-los, nunca lhes falhar, estar sempre lá para tudo. Que bom ter família, que todos os dias nos aconchega o coração. Que bom ter quem  amar todos os dias! Que bom sonhar. Eu tenho tantos! No Ted desafiaram-nos a escrever um sonho para concretizar no prazo de 5 anos. Eu, escrevi, sem hesitar: "escrever um livro infantil" Why not!? :) Obrigada pelas vossas inspirações: "A incapacidade de rirmos sobre nós próprios faz mal à pele e a outras coisas. Já o seu inverso pode não servir para nada." (Ricardo Cintra e Ricardo Porém); "Se o riso fosse uma pessoa, andava engravatado e com cara de mau, para os outros perceberem que é uma pessoa séria e crescida." Quem ri de si próprio é inteligente". (Carlos Moura). Que bom não ser "um cinzento" nesta vida!

scientific fact:  it takes less muscle to smile than to frown.  joy is contagious

29 de outubro de 2014

Amanhã é outro dia, aprendi isso ontem.

"Há quem pense que as pessoas fortes não choram, não têm dias não, não se desiludem, não batem com a porta, não viram a vida do avesso. Que têm o coração, a alma e a pele diferente dos outros. Porque são fortes, aguentam. Mas alguém é menos forte quando chora? Qual é o problema de chorar? Qual é o problema deitar tudo cá para fora? Qual é o problema de dizer tudo o que nunca dissemos? Qual é o problema de querer ser tudo o que nunca fomos? E de querer ter tudo que nunca tivemos? Medo do que os outros pensam? Medo de sermos julgados? Mas quem é vive dentro de nós? Quem é que vive a nossa vida? Somos fracos quando mostramos tristeza, desilusão, mágoa? Chorar, sim. Sentir tristeza, sim. E desilusão. E mágoa. E vontade de gritar, de bater com a porta, de virar a mesa. Chorar tudo hoje e amanhã e mais um par de dias se nos apetecer. Dar-nos esse tempo de poder sentir tristezas, desilusões ou mágoas. Depois limpar as lágrimas, levantar o queixo, sentir a força retemperante do alívio. Arrumar tudo que não nos faz bem nas prateleiras mais altas de nós. Seguir em frente. Amanhã é outro dia e ninguém devia seguir pela vida triste, aos soluços, a chorar aos bocadinhos todos os dias (ainda que seja por dentro). Porque há muitas coisas boas que se perdem enquanto caminhamos de olhos postos no chão e enquanto choramos de olhos fechados para a vida, é verdade. Mas ninguém é menos forte quando chora, quando se sente triste, desiludido ou perdido. Ninguém."

Sofia Castro | às 9 no meu blogue

22 de outubro de 2014

Porquê!?

É tão difícil lidar com a morte, percebê-la, encará-la, aceitá-la. Mais difícil ainda, quando és tu, um menino de 11 anos, a perder a sua mãe, a sua cúmplice, o amor da sua vida. Precisavas tanto dela a vida toda. Sabes meu querido J., os teus olhos não escondem o desespero que sentes, o medo que chegue a noite e tudo seja mais difícil. Eu sei que tens medo de chorar, mas chora. Sei que pensas no que lhe querias ter dito, no que podias ter feito para que nada acontecesse, no que vai ser o futuro do mano. "Todos os dias dizia que a amava muito, e amo, para sempre." É esta força e coragem que fazem de ti o miúdo mais especial de sempre. E perguntas-me: "É tão difícil dizer adeus, porquê!?". E eu não sei, não te sei dizer. Porque queremos sempre connosco as pessoas que amamos. E perguntas-me: "O que faço agora?". E eu não sei, não te sei dizer. Mas ela, lá de cima, vai olhar sempre por ti e vai ajudar-te a perceber, acredita, meu querido.

3 de outubro de 2014

Outubro acordou


assim! quente. na pressa de todas as manhãs, de todas as tardes, de todas as noites. neste outubro já tive tempo para trabalho, sorrisos, indignações, choros, atrasos, aulas, gentes novas, teatro, avarias... tive tempo, para agradecer a Deus ter uma vida tão preenchida, tão cheia. apesar de tudo, a energia renova-se a cada dia que passa, bem a minha avó dizia, 'quando mais fizeres, mais queres fazer'. e sinto-me bem assim. hoje ouvi esta canção no rádio, e pensei: porra, tão bom!

1 de outubro de 2014

Take these broken wings and learn to fly


hoje só esta música para fazer acalmar a tempestade que vai em mim.
os direitos existem para lutarmos por eles, certo? que mundo, que mundinho!

3 de setembro de 2014

Minha Princesa Coderosa


Nono, tu venceste, fizeste-nos acreditar e sorrir, sabias?
Não há inspiração maior que tu, vou lembra-te sempre.
Oh, brilha muito com os anjinhos, querida Princesa Coderosa *

29 de agosto de 2014

Boas energias

Agosto ainda não acabou, mas já sei que Setembro vai ser diferente. 
Óculos novos, trabalho novo, estudos novos, energias renovadas. God bless me!


12 de agosto de 2014

Estás livre, génio

"Não gosto de pensar que o homem que nos conseguiu emocionar à medida que nos ensinava a viver o “carpe diem” perdeu a força para o continuar a cumprir. É estranho, isto de confundir a ficção com a realidade, mas é tão fácil querer confundi-las, hoje, é tão fácil achar que a única homenagem justa ao homem que doou o sorriso ao mundo e perdeu o dele é subirmos todos para o topo das nossas mesas e gritarmos “oh, captain my captain”, para não o deixarmos, nunca, sair daquela sala, que há de ser sempre a nossa memória." por Marta Couto, P3. A imagem da minha infância, os domingos à tarde, os primeiros filmes no cinema, o sorriso, o actor favorito, o poster que ainda guardo na minha parede. Não deixes que o mundo perca o sorriso que ensinaste. Oh Captain!


3 de agosto de 2014

Não sei, não sei porquê

Em menos de nada, muda tudo. A nossa dedicação não foi suficiente? O nosso amor aos outros não chegou? Os dias e as noites de preocupação? Eu só vos queria bem, só vos queria ver sorrir todos os dias. Não sei, não sei porquê. E depois és tu, meu amor, que me foges a cada dia que passa. E eu preciso de ti, da tua mão. Porque eras tu que me ajudavas a erguer, e agora? O que fiz eu? Porque isto? Não sei, não sei porquê. "Não digas nada, dá-me só a mão. Palavra de honra que não é preciso dizer nada, a mão chega. Parece-te estranho que a mão chegue, não é, mas chega. Se calhar sou uma pessoa carente. Se calhar nem sequer sou carente, sou só parva."

24 de julho de 2014

dias de pseudo-verão difícil

coisas que inspiram esta mente confusa, baralhada e cansada




19 de junho de 2014

Não's da minha vida


Mais um não, mais uma vez.
Lá no fundo, bem no fundo, continua a esperança.